Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus, Soli Deo Gloria

Wednesday, 29 May 2013

De Amor, Ninguém Entende Mais e Melhor do que Deus


Quando os discípulos perguntaram a Jesus Cristo sobre os sinais que haveriam de caracterizar o tempo de sua vinda (volta), e da consumação da era (tempo) fixada entre a primeira e segunda vindas de Jesus Cristo, entre outros sinais Jesus indicou a “multiplicação da iniquidade” o “esfriamento do amor” (Mateus 24.12).

Estamos vivendo em uma era global que parece estar (sob uma observação otimista e superficial) contradizendo o sinal mencionado por Jesus. Apesar de vivermos em uma época e sociedade em que cresce a rejeição de Deus como um Ser pessoal, soberano, presente e provedor no universo ou criação, cresce e se fortalece o concenso de que Deus, embora não necessário, somente pode ser tolerado e respeitado como um conceito subjetivo, sentimental e cultural. Entretanto, o amor, que sempre foi preeminente nas artes (especialmente na música e no teatro), hoje também tem posição privilegiada nas ciências humanas em geral, nos projetos e discursos políticos. Em nossa era pós-moderna, a razão já não é a virtude suprema, todas as organizações e pessoas formadoras de opinião se redem aos encantos do amor, e colocam nele a esperança de um futuro melhor.

Hoje, se admite e proclama publicamente que tudo tem que ser feito com amor, do trabalho do prefeito que administra uma cidade, ao professor que educa, e ao funcinário público que varre a rua. O segredo do sucesso na vida é o amor! Então, parece que o sinal dado por Jesus Cristo é um prognóstico que vai falhar, ou, no mínimo, está muito distante de se cumprir.

Entretanto, parece que o problema se encontra na diferença que há entre o significado da palavra “amor” usada por Jesus, e o significado de “amor” na mídia contemporânea. Na mídia, a palavra “amor” significa “gostar” ou “ter prazer”.  Por exemplo a expressão “fazer amor” significa “fazer sexo”.

Não podemos negar que um dos mais importantes segredos do sucesso é gostar ou ter prazer no que se faz; até segredo do sucesso (generalização) do pecado também é o “prazer” imediato que o pecado produz. As pessoas estão aprendendo a importância de fazer o que gostam, e a gostar do que fazem, para obter sucesso em seus empreendimentos; porém, isto não é amor.

Observando os fatos de modo mais realista e profundo, veremos que o sinal indicado por Jesus Cristo: “e, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12), está se cumprindo assustadoramente.

De amor, ninguém entende mais e melhor do que Deus; portanto, consideremos o que Deus, em sua Palavra, as Escrituras Sagradas, nos revela sobre o amor. Em primeiro lugar devemos dar atenção ao fato de que Deus diz que Ele é amor (1 João 4.16).

Não existe amor fora do conhecimento e relação com Deus (o que é radicalmente diferente de simplesmente alguém ter uma religião, seja ela qual for). O apóstolo João escreveu: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 João 4.7); “e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 João 4.16).

Qualquer pessoa é capaz de encontrar coisas que “gosta de fazer” ou que “tem prazer em fazer”, e chama isto de “amar o que faz”. Porém, isto não é o amor que consiste em um dos principais atributos de Deus, e que depende de nosso conhecimento e relação com Deus.

O amor de Deus é a causa da manifestação do eterno Filho de Deus “em carne”, ou seja da vinda ou nascimento de Jesus Cristo, e de sua morte (João 3.16-17), seguida de sua ressurreição e ascensão, e a causa de sua prometida volta (João 13.34-14.3).

O amor está mais frequentemente associado à paixão que ao prazer; não nos referimos à egoísta e obsessiva paixão sexual , mas à paixão ou sofrimento da auto-entrega de quem ama por aquele(a) que é amado(a).

Quando o apóstolo Paulo trata do amor do marido para com a sua esposa, ele escreve: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou (morreu) por ela” (Efésios 4.25). Quando o apóstolo João se referiu ao amor que deve caracterizar o relacionamento dos filhos de Deus, ele escreveu: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar a nossa vida pelos irmãos” (1 João 3.16). 

O amor que Jesus disse que haveria de “esfriar de quase todos” no “final dos tempos” não é o amor que significa “gostar” e “ter prazer”, aliás, este vai aumentar, conforme escreveu Paulo, discípulo e apóstolo de Jesus Cristo, também se referindo aos “últimos tempos”: “os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder...” (2 Timóteo 3.2-5).

Será que a maioria das pessoas que roubam, e até matam, assim fazem, porque precisam, para preservar a própria vida? E, os que estupram? Por que um bando de jovens de classe média alta ateiam fogo a alguém dormingo em uma calçada? Por que alguns assaltantes matam violentamente a vítima assaltada? Por que estes atos de violência acontecem onde há pobreza, e também onde há prosperidade econômica? Não será principalmente pelo prazer de roubar, estuprar e matar?

Na verdade, ao contrário do que muitos querem admitir, o que Jesus e seu discípulo Paulo disseram está se cumprindo, em escalas, cada vez mais alarmantes: “a iniquidade se multiplica” e “o amor se esfria em quase todos”; os homens se tornam “amigos dos prazeres” pecaminosos, na medida em que se tornam “inimigos de Deus”.

O apóstolo Paulo, inspirado por Deus, escreveu sobre o que é o amor: “O amor é paciente, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Coríntios 13.4-7). Este amor, ninguém duvida, está esfriando em quase todos.

Estes versículos (4-7) do magnífico capítulo do Amor (1 Coríntios 13), poderiam ser chamados de a “lei do amor”; sim, porque em Deus não há contradição entre o amor e a lei. A chamada  “lei de Deus” é a “lei do amor”, que procede e protege o amor. Diferente das leis criadas pelo homem, as quais são relacionadas aos interesses do poder e da riqueza. A lei de Deus está totalmente vinculada ao amor.

Não se pode dissociar o amor da lei essencial que dele procede e o protege. Quando Jesus foi perguntado sobre o mais importante mandamento da “Lei de Deus”, Ele respondeu: “ Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. (Mateus 22.36-40). A apóstolo Paulo também escreveu que “o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13.10). O amor tem lei (regra), esta lei protege, preserva e fortalece o amor.

De fato, foi exatamente isto que Jesus afirmou, quando disse, “e por se “multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12). A palavra “iniquidade” significa literalmente “negação da lei”.  O amor que é atributo de Deus e que é comunicado de Deus ao homem tem uma lei, a “lei sagrada” que procede do amor e protege o amor contra a sua extinção.

Nas últimas décadas, muito frequentemente temos ouvido o argumento de que o amor justifica várias formas de relacionamento e união sexual, além do casamento entre um homem e uma mulher, aptos para “deixar pai e mãe”, afim de se tornarem permanentemente “uma só carne” (Gênesis 2.24). Entretanto, o grande engano e malignidade deste argumento é que ele usa a palavra “amor” para substituir a palavra “desejo”. Amor é algo sublime e amplo que tem uma dimensão espiritual (relação do homem com Deus), e outra social (a relação do homem com o próximo). O desejo ignora Deus e o próximo, somente leva em conta o indivíduo e o objeto do seu desejo. De acordo com este argumento, o que importa é o amor (entenda-se, a busca da felicidade ou  satisfação pessoal); este tipo de amor não está se esfriando. Porém, o amor que tem regras ou leis que glorificam a Deus e promovem o bem do próximo, este amor está desaparecendo de quase todos.

Que amor é esse que sucumbe ao desejo de possuir algo, alguém, ou ao desejo sexual, ao invés de subordinar tal desejo. O verdadeiro amor não quer possuir mas está pronto a se entregar, entregar-se, mas não ao prazer, e sim ao sofrer, e estar disposto a perder até a própria vida, por aquele e aqueles que são amados.

É lamentável que as pessoas estejam deliberadamente ignorando Deus e a Lei de Deus, em confiança no homem e nas suas leis, preferindo um amor fabricado pela imaginação humana ao amor eterno, porque é o amor que é atributo do Deus eterno.

Jovens, ouçam as Palavras de Deus, ninguém entende mais e melhor de amor do que Deus; não acreditem no que os falsos profetas deste século estão profetizando sobre o amor com suas músicas, filmes e preleções. Este amor é uma fabricação, uma falsificação do verdadeiro amor. O experimento do amor fabricado pelo homem estimula a egocêntrica busca da auto-satisfação que, imediatamente parece compensadora, mas no decurso do tempo é auto-destrutiva. O amor de Deus, embora seja um exercício de auto-domínio, subordinação à “lei do amor”, um exercício de auto-negação e auto-entrega a Deus e ao próximo, este é o exercício da vida, da vida eterna.

Ao contrário do que estão proclamando os profetas da auto-realização, auto-satisfação, auto-ajuda, seculares e religiosos, diga não à sua confiança em si mesmo, à sua busca de auto-satisfação, à sua indiferença e rebelião contra Deus; ouça a Palavra de Deus; e receba com conhecimento e fé a Jesus Cristo, Aquele que veio por amor e morreu por amor, o amor de Deus.

São os nossos pecados (e nossa condição de pecadores) que nos mantêm alienados de Deus, que extinguiram em nós o verdadeiro amor, e nos fazem ficcionados na auto afirmação e satisfação. Pecado é coisa séria, somente os “loucos” zombam de sua gravidade (Provérbios 14.9); pois sobre o pecado, a Palavra de Deus nos diz:

§   É a transgressão da lei (1 João 3.4) – da lei de Deus ou lei do amor;

§   Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3.23);

§   O salário do pecado é a morte (Romanos 6.23).

Ouça a voz de Deus, aceite a reconciliação com Deus, conheça e confie em Jesus Cristo; porque a Palavra de Deus que afirma: “o salário do pecado é a morte”; também declara que “o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6.23).

Acredite, somente começamos a conhecer a amor, quando pelo conhecimento e fé em Cristo Jesus, somos reconciliados com Deus; porque somente Deus é amor.

“Ora a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque dificilmente haverá quem morra por um justo; pois poderá ser que pelo homem bondoso alguém ouse morrer. Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” (Romanos 5.5-8).

Sunday, 5 May 2013

Nossa Única Glória É a Glória de Deus


Adão foi criado perfeito, mas caiu (Eclesiastes 7.29). Alguns homens e mulheres como Abraão e Sara, Jó, Moisés, Samuel, Daví, Maria, Pedro e João, embora sejam exemplares em sua conduta e vida, jamais foram perfeitos. O apóstolo Paulo, se chamou um “desventurado” pecador (Romanos 7.12-25).

Somente um homem jamais pecou, Jesus Cristo o eterno Filho de Deus que também se tornou Filho do Homem, ao assumir a natureza humana, contudo, conservando absolutamente íntegra a sua natureza divina. Jesus Cristo é chamado o “Último Adão”, em contraste com o primeiro (“alma vivente”) que pecou e morreu, com toda a sua geração regular. O Último Adão, Jesus Cristo, além de jamais haver pecado, morreu pelos pecadores, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23), e ressuscitou vencendo definitivamente a morte; e por isto, Ele é também chamado de o “Espírito vivificante” (1 Coríntios 15.45-49). Jesus Cristo é chamado o Último Adão porque Ele realizou aquilo em que o primeiro Adão falhou – receber para si e para suas gerações a vida eterna ou eterna comunhão com Deus. Por sua vida justa (absolutamente impecável) e sua morte em lugar dos pecadores, Jesus Cristo adquiriu perante a justiça divina o direito de conceder a vida eterna (eterna comunhão com Deus) aos pecadores que com justiça, estavam condenados à morte eterna. Foi por isso, que Abraão foi justificado pela fé (Gênesis 15.6; Romanos 4.9); Maria se gloriou em Deus, seu Salvador (Lucas 1.39-47); e o “desventurado” Paulo somente encontrou esperança e graça em Deus, por meio de Jesus Cristo (Romanos 7.24-25).

Reconciliados com Deus, por meio de Jesus Cristo, devemos diligentemente perseguir ou buscar a santidade de vida, a santidade como a principal característica do nosso modo de viver (João 17.17; Hebreus 12.14). Porém não a “santidade” hipócrita que oculta o pecado sob a cortina da religiosidade, nem a “santidade” sem compaixão e misericórdia para com outros pecadores, nem tão puco a “santidade” arrogante e vaidosa baseada em nossa própria ilusória habilidade para cumprir a lei de Deus. Quem verdadeiramente entendeu ou Evangelho (a doutrina da salvação pela fé em Jesus Cristo) sabe que é somente pelo “sangue” e “óleo” (Levitico 8.22-30; 14.1-32) que ingressamos, permanecemos e progredimos no caminho da santidade, ou seja, pelo sangue de Jesus Cristo (1 João 1.5-10), e pelo óleo do Espírito Santo (1 João 2.27-29).

Não fosse a misericórdia e o plano de Deus somente viveríamos pecando, até à morte, mesmo depois de regenerados (1 João 5.18). Nossos pecados são verdadeira, legítima e naturalmente nossos (Tiago 1.12-15; Romanos 7.14-23); qualquer justiça ou bem que praticamos e verdade que falamos são provenientes de Deus somente, e não de nós propriamente (Tiago 1.16-18; Filipenses 2.12-15). Somos culpados de uma grande variedade de pecados e capazes para absolutamente todos os pecados, até aqueles que, impedidos pelo cuidado e providência de Deus, ainda não cometemos; e, para não cometê-los, dependemos totalmente do poder santificador do Espírito Santo. Somos incapazes, exceto pela graça e providência de Deus, além do poder do Espírito Santo, de qualquer perfeita justiça, boa obra ou verdade.

Abraão, Moisés, Samuel, Daví, Maria, Pedro, João e Paulo somente realizaram o que realizaram pela graça e propósito de Deus. Estes todos eram pecadores, e somente não cometeram os pecados que pela soberana ação de Deus foram impedidos de cometer. Os seus pecados que ficaram registrados na Bíblia, assim o foram para nossa instrução e advertência, como por exemplo: a precipitação do paciente Jó (Jó 42.1-6), a irritação do manso Moisés (Números 20.1-13), e a traição do fiel Daví (2 Samuel 11.1-12.25).

Assim como Jó, Moisés e Daví, temos da parte de Deus um grande Redentor – Jesus Cristo, graças a quem, apesar de nossa, ainda não completamente eliminada habilidade para pecar, somos sempre conduzidos ao arrependimento, impedidos de permanecer no pecado e colocados de volta no caminho da santificação, para a glória de Deus (Romanos 8.31-39). E, como em todos o três exemplos citados acima, a Palavra de Deus é sempre o instrumento que eficazmente nos chama ao arrependimento (Apocalipse 2.1-7).

Quantas vezes, e mais amargamente do que Jó, falamos contra o Senhor suas obras, mesmo sofrendo menos do que Jó? Quantas vezes, como Moisés,embora em situações não tão estressantes, também  ferimos com palavras e atitudes a rocha da nossa salvação, Jesus Cristo, quem é a nossa única fonte da água da vida? Quantas outras vezes, como Daví, também pecamos diretamente contra o nosso irmão ou irmã, ferimos a conciência dos nosso irmão e irmã, a quem deveríamos edifcar e consolar pela Palavra de Deus, e ao próximo a quem devemos alcançar com a pregação do Evangelho?

Não há a lugar presunção e orgulho. Perante Deus, nossa alma deve se humilhar “até ao pó”, e somente se levantar em profunda gratidão. Somente podemos ser humildes no trato com os homens; e precisamos cultivar a compaixão para com os que ainda não conhecem o Evangelho da graça salvadora e para com a Igreja de Jesus Cristo na terra, ainda sujeita à capacidade de pecar. A Palavra de Deus é o instrumento de reconciliação dos pecadores com Deus; mas o amor e compaixão é a motivação dos “mensageiros da paz” ou da reconciliação com Deus, a motivação dos edificadores da Igreja de Deus, entre os homens.

Que Ele, Jesus Cristo, cresça, e eu diminua; que o dom da vida eterna (a inquebrávell comunhão com Deus) recebido da parte de Jesus Cristo, progrida para a plenitude do Espírito Santo; que o nosso velho homem (natureza) continue sendo queimado no altar da santificação. Que Deus nos livre de pecar e de causar escândalo entre os “pequeninos” na igreja e perante o mundo, e faça de nós humildes servos, vasos cheios da fragrância de amor e compaixão do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Que Deus nos livre da vanglória; ela é totalmente incompatível com a nossa relação com Deus, e nos afasta dos homens, tornando-nos incapazes de servir a Deus  na tarefa da reconciliação do homens com Deus, dentro ou fora da igreja.

Nossa única glória é a glória de Deus, especialmente a glória de sua incompreensível misericórdia revelada em Jesus Cristo. O encantamento (estado de estar maravilhado) com a glória de Deus, vista em Jesus Cristo, nos faz felizes e humildes, enche o nosso coração de amor e compaixão, fazendo-nos com Cristo, daqueles “sabios” que “resplandecerão eternamente”, e que por “muitos conduzirem à justiça” serão “como as estrelas, sempre e eternamente” (Daniel 12.3). Esta é a nossa verdadeira e única glória.